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As cidades da Rota da Luz

São 201 quilômetros e nove municípios entre Mogi das Cruzes e Aparecida. Cada um com sua história, seu patrimônio e seu jeito de receber quem chega a pé.

Caminhar pela Rota da Luz é atravessar o Vale do Paraíba pelo chão — por estradas vicinais, morros e cidades pequenas que quase sempre nasceram de gente que estava de passagem. Tropeiros, romeiros, trabalhadores do café. Este guia conta a história de cada uma delas do ponto de vista de quem caminha.

Ponto de partida da Rota da LuzMogi das Cruzes

O Rio das Cobras, os bandeirantes, os carmelitas e a cidade de onde 201 quilômetros de caminhada começam.

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1º dia · Mogi das Cruzes → GuararemaGuararema

Pau d'alho em tupi-guarani, taipa de pilão tombada em 1941, uma ponte inglesa de 1910 e a história de uma mulher liberta que ergueu uma igreja.

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2º dia · Guararema → Santa BrancaSanta Branca

A Cidade Presépio do Vale do Paraíba: pouso de tropeiros, taipa de pilão, o Paraíba do Sul e o km 53 da Rota da Luz.

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3º dia · Santa Branca → ParaibunaParaibuna

Uma capela erguida a Santo Antônio em 1666, cinco bilhões de metros cúbicos de água, 204 ilhas e o fim do trecho mais duro da rota.

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4º dia · Paraibuna → Redenção da SerraRedenção da Serra

Uma cidade inteira foi inundada nos anos 1970 e outra foi construída ao lado. Quando a seca aperta, a antiga volta à superfície.

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5º dia · Redenção da Serra → TaubatéTaubaté

Fundada em 1645, berço de Monteiro Lobato, com convento franciscano de 1673 e o casarão onde nasceu boa parte da imaginação infantil brasileira.

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6º dia · Taubaté → PindamonhangabaPindamonhangaba

Uma das maiores concentrações de títulos de nobreza do Império brasileiro, palacetes de barões do café e a riqueza que foi construída sobre trabalho escravizado.

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7º dia · No caminho para AparecidaRoseira

Um povoado do século XVIII no Caminho Real, roseiras trepadeiras que deram nome ao lugar, uma estação de trem que mudou a cidade de endereço e uma réplica do Santo Sudário.

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Chegada · Fim dos 201 quilômetrosAparecida

Três pescadores, uma rede lançada em 1717, uma imagem sem cabeça e o segundo maior santuário mariano do mundo. O destino de todo peregrino da Rota da Luz.

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Guia mantido pela Pousada Santa Júlia, no km 53 da Rota da Luz. Cada artigo é escrito a partir de fontes públicas — prefeituras, órgãos de patrimônio e a Associação dos Amigos da Rota da Luz —, listadas ao final de cada página.